quinta-feira, 16 de abril de 2009

Domingo de Páscoa

Não fui viajar no feriado passado.

Na sexta-feira no fim do dia recebi um torpedo da Laura, chamando para tomarmos umas cervejas, como eu não estava no pique dispensei e propus que ela viesse em casa no domingo.

Nem me dei conta que era Páscoa, eu sabia que era, mas não dei a importância familiar católica apostólica romana, nem o lance dos ovos foram tão celebrados, não temos filhos ainda, então foi só abrir, rir e comer.

Mas o domingo acabou mais especial.

A Laurinha veio aqui em casa, conversamos sentadas na sala, ouvindo o jogo do Corinthians e São Paulo (que o André, meu marido, assistia no quarto!), tomando cerveja e petiscando.

Foi muito bom para mim, retomar o contato, o papo, o riso, a reflexão...
Isso mesmo, a Laura e outros amigos, que por ora estão distantes, me fazem refletir!

Parece-me que estou a ponto de despertar o dragão sem que ele cuspa fogo.




Twitter e Blog

Meu chefe me "obrigou" a ter contato com o tal Twitter, pediu que toda a equipe fizesse um update por dia e também um post no blog dos editores.

Acabei por me inscrever também e estou gostando deste tal Twitter, é gostosinho de escrever, me exige menos.

Lembrei deste blog que está jogado e abandonado. Gostaria de escreve mais, postar mais, ser mais regular, mas não tenho sucesso. Já não tenho leitores, desculpem-me, caros!

Vou tentar fazer como meu chefe mandou, twittar todos os dias e post no blog uma vez por semana!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Tomar um porre

Já vai fazer um ano que eu não tomo um porre daqueles...

Eu acho que vai fazer, não tenho muita certeza, não me lembro de ter tido um depois daquele da despedida do meu emprego no ano passado (A Bêbada e A Fugitiva).

Claro que fico de pilequinho, alegrinha e tal, mas nada de apagões memoriais, arrependimentos vergonhosos...

Ou estou ficando mais profissional ao beber ou estou bebendo menos... Ou as duas coisas.

Mas estou com saudades de tomar um porre, quem sabe no meu aniversário!

"Hoje eu vou tomar um porre - Não me socorre eu tô feliz"
De bar em bar, Didi, um poeta (União da Ilha - 1991)Autores: Franco

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Sono

Meu primeiro dia de trabalho de 2009 e estou com uma preguiça... Sono...

O estoque está em balanço, então, não podemos movimentar nada. Ou seja, nada que eu possa fazer.

Ler na internet aumenta o meu sono...

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

2009 no guarda roupa

O Ano Novo sempre me faz sentir bem, por mais que eu saiba que é só uma passagem numérica, uma forma de contar o tempo...

Remete a algo novo, uma nova chance de fazer, refazer ou recomeçar.

Chance para ser diferente ou ser a mesma, mas com sonhos novos, desejos novos, objetivos novos.

O agora é para mim o momento de renovar, renovar tudo, desde as roupas que estão no guarda roupa até o que quero do futuro.

Porém para renovar é preciso rever, olhar para as roupas velhas e tomar decisões, as que não uso mais vou doar, as que significam algo para mim, mesmo que não as use nunca, vou guardar lá no fundo da gaveta e aquelas que ainda agüentam mais um pouco irão ficar, depois é hora de comprar as novas... Ousar, arriscar e tentar algo novo!

Assim é o Ano Novo, uma ótima oportunidade de rever, decidir e renovar! Porque o ano é curto e a vida também, mas é preciso uma data para que pensemos um pouco assim...

Feliz Ano Novo para todos!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Um mês depois

Tanta coisa aconteceu que nem me dei conta que tem exatamente um mês que eu não escrevo nada.

Prometo que ainda hoje eu volto aqui para dar o ar da graça!!!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

As Aventuras e O Olhar

Fui visitar alguns clientes, fui até Suzano, passei pela Zona Leste de São Paulo.


Pensei em escrever "As Aventuras de uma Japonesa do Interior na Grande São Paulo" (ainda não estou feliz com esse título) e colocar todas as minhas sensações, impressões, perguntas, angústias...


Fui de trem e saquei minha agendinha de bolso e fui escrevendo.

O condutor do trem avisa para tomarmos cuidado com o vão entre o trem e a plataforma, olho para lá, é enorme e com uma diferença de altura, com certeza muitos já foram por ali.

Você desce do trem preocupado para não cair, a saída da estação é por uma catraca horrível, fechada até o teto, uma grade horizontal que cruza com uma outra invertida, você entra dentro dela, como nessas portas giratórias de banco. E pior, ela ainda faz barulho quando gira com você.

Para ajudar eu saí da estação pelo lado errado, fui parar do outro lado da linha do trem.

Fui eu atravessar pela passarela, estava caindo uma chuva fria e fina, eu estava sem guarda-chuva, mas isso não era um problema, pois os camêlos estavam todos pela passarela e fizeram um túnel com toldos para protegerem suas barracas e mercadorias. Um tanto claustrofóbico, mas funcional. Por ali havia gente comprando, vendendo, conversando, de bicicleta e atravessando como eu, trabalhando como eu.

Estou aprendendo muito com meu trabalho. Aprendendo a olhar de verdade.






sábado, 18 de outubro de 2008

Prefiro as mortas

Ontem no supermercado comprei um maço de rosas vermelhas.




Elas estão agora em um vaso de vidro grosseiro, com um pouco de água, enfeitando a sala.

Eu gosto de passar por ali e saber que elas estão ali.

Eu gosto de flores, mesmo sabendo que não tenho nenhum jeito com elas, agora prefiro comprar as que já estão mortas, assim não serei eu a matá-las por falta de habilidade.

Quantas vezes e por quanto tempo passamos a lutar contra a nossa natureza?

Sabemos que não somos todos iguais, mesmo assim, insistimos em coisas que não são naturalmente nossas características, competências, desejos... Perseguindo algo que nos é imposto e sem perceber o tomamos por nosso, por nossa obrigação.

E como podemos perceber o que é natural e o que é imposto?

Não sei.

Não sei se gosto de flores por natureza ou se me foi imposto este gosto por ser mulher.

Não sei se as compro porque eu gosto ou porque nunca as ganhei naturalmente de alguém.

Só sei que prefiro comprar as mortas.


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Como acaba? Por que acaba?

Ontem assisti o Profissão Repórter e fiquei muito emocionada com um dos casos que eles acompanharam.
Um homem que era apaixonado por uma amiga antiga e não a encontrava há 22 anos.
Ele ficava tão nervoso e emocionado que me supreendeu.
Depois ao mexer em uma caixa cheia de lembranças encontrou uma carta da ex-mulher, com quem foi casado por mais de 10 anos e separaram-se, ele ficou mais uma vez emocionado, chorou e perguntou porque será que o amor acaba, como duas pessoas que se amaram tanto e construiram toda uma vida juntas e mesmo assim acaba, simples... Como acaba? Por que acaba?
Nossa... fiquei mesmo admirada, tocada pela sensibilidade dele, da emoção, das lágrimas.
Este assunto anda me rondando muito. No meu casamento está tudo bem, mas tenho muitos amigos separados ou em crise, ando falando muito nisso e questionando muito também.
Acho que fica tudo mais confuso por eu estar bem em casa.